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A evolução do convênio-farmácia
“O Peso do Plano de Saúde - 18 bilhões de reais por ano é o valor estimado dos gastos das empresas brasileiras com
a assistência médica dos funcionários. Esse valor corresponde a 25% da soma dos lucros das
500 maiores empresas do país em 2004”.
(Revista Exame Edição 848 – 03/08/05 – Especial Recursos Humanos)
“As companhias precisarão administrar os custos relacionados à saúde da mesma maneira que aprenderam
a controlar seus custos operacionais: no detalhe”, diz o médico Reynaldo Brant, presidente da Associação
Nacional de Hospitais Privados (Anahp). |
O que fazer para economizar?
As medidas que as empresas estão tomando para tentar controlar os gastos com plano de saúde.
- Programas de prevenção e educação
Incluem campanhas contra tabagismo, programas de condicionamento físico, controle da pressão arterial, entre outros.
- Acompanhamento de pacientes crônicos
Pacientes que sofrem de doenças crônicas, como problemas cardíacos e câncer, recebem tratamento especial.
- Segmentação de risco
As empresas identificam o perfil de saúde dos funcionários e criam ações para contornar os maiores problemas e riscos.
Co-participação
Na maioria dos casos, o funcionário paga um percentual dos custos de consultas e exames.
Atenta a esta tendência, a Embratec Good Card adotou e adaptou à realidade brasileira o mais avançado conceito de
gerenciamento do benefício farmácia (Pharmacy Benefit Management – PBM).
O Good Med – Advanced PBM é voltado às empresas que subsidiam medicamentos ou que desenvolvem programa de
acompanhamento médico de seus colaboradores. Além disso, esse produto permite, através do mapeamento do perfil de
saúde individual e do grupo, o gerenciamento do consumo de medicamentos dos funcionários e de seus dependentes.
Possibilita, ainda, o acompanhamento do cumprimento da prescrição médica, monitoramento de doenças crônicas e controle
dos subsídios praticados pela empresa.